Objeto cilíndrico, em cujo fundo há fragmentos móveis de vidro colorido, os quais, ao refletirem-se sobre um jogo de espelhos dispostos longitudinalmente, produzem um sem-número de combinações de imagens.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Hoje quem morre?
Quando a mágica falta.
Quando a bola parece leve demais na cobrança de falta,
pesada demais no domínio.
Quando a torcida se cala,
grita Uuuu.
Quando o tempo corre mais que nossos laterais, e nossos atacantes menos que sua zaga.
Quando o juiz é culpado de tudo,
o técnico é culpado de tudo.
Todo mundo quer descontar nas canelas alheias,
nas cutuveladas, na cabeceadas que vão pra fora.
A única coisa que parece entrar é a angústia em nosso peito.
E o peito fica cheio com o grito de gol entalado,
trancafiado,
esperando a próxima copa.
A próxima oportunidade.
Esperamos mais 3 minutos de aflição,
desespero, falta de comunicação e técnica...
Goleiro virando meia, zagueiro virando herói e o Brasil voltando da África com mais uma derrota pra juntar.
Hoje o Brasil vai se acabar na cachaça, e eu?
Bom, eu vou esperar a Libertadores!
Porque hoje minha esperança não morre!
Quando a bola parece leve demais na cobrança de falta,
pesada demais no domínio.
Quando a torcida se cala,
grita Uuuu.
Quando o tempo corre mais que nossos laterais, e nossos atacantes menos que sua zaga.
Quando o juiz é culpado de tudo,
o técnico é culpado de tudo.
Todo mundo quer descontar nas canelas alheias,
nas cutuveladas, na cabeceadas que vão pra fora.
A única coisa que parece entrar é a angústia em nosso peito.
E o peito fica cheio com o grito de gol entalado,
trancafiado,
esperando a próxima copa.
A próxima oportunidade.
Esperamos mais 3 minutos de aflição,
desespero, falta de comunicação e técnica...
Goleiro virando meia, zagueiro virando herói e o Brasil voltando da África com mais uma derrota pra juntar.
Hoje o Brasil vai se acabar na cachaça, e eu?
Bom, eu vou esperar a Libertadores!
Porque hoje minha esperança não morre!
sábado, 10 de abril de 2010
Mariana
Toda Mariana é uma Maria.
Toda Mariana é uma Ana.
Duas em uma, muitas em cada Maria que carrega.
Mas e eu?
Não sou Maria, muito menos Ana...
O que faço com esta falta de definições?
Quero um nome que não existe pra tentar me explicar coisas que nem sempre convém.
Toda Mariana é uma Ana.
Duas em uma, muitas em cada Maria que carrega.
Mas e eu?
Não sou Maria, muito menos Ana...
O que faço com esta falta de definições?
Quero um nome que não existe pra tentar me explicar coisas que nem sempre convém.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Angústia
Naquela tarde em que seu nome não consegui chamar,
Naquela chuva em que seus braços não me envolveram.
Por quê tem que ser assim?
Só esta maldita e a muito saboreada angústia me beija.
Esta que atormenta o que com a solidão está de mãos dadas.
Angústia que enche meu peito,
Para que não me dê o prestígio do vazio.
Por quê tem que ser assim?
Só esta maldita e a muito saboreada angústia me beija.
Esta que atormenta o que com a solidão está de mãos dadas.
Angústia que enche meu peito,
Para que não me dê o prestígio do vazio.
Ps: Homenagem ao meu único, e por isso carinho em dobro, leitor e amigo deste Blog e de tantas outras horas, R.Vinicius.
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