Depois que a calçada não existe mais,
que nuvens massagearam seus pés,
que lágrimas lubrificaram os olhos,
após abraços novos e velhos serem confundidos.
A viagem continua.
Você continua.
Tudo faz mais sentido agora que deixamos de procurar o sentido.
Querer fazer tudo de novo,
querendo não dar mais tchaus e nem até logos.
Só mais um beijo, ok?!
Fique mais 5 minutos.
A difícil arte de viver e deixar-se acontecer,
nos outros,
deixar os outros acontecerem em você,
e continuar andando depois de criar raízes.
Objeto cilíndrico, em cujo fundo há fragmentos móveis de vidro colorido, os quais, ao refletirem-se sobre um jogo de espelhos dispostos longitudinalmente, produzem um sem-número de combinações de imagens.
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terça-feira, 11 de novembro de 2014
quinta-feira, 15 de julho de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Amigo, não!
Ver-te afundando e não fazer nada.
Vejo você batendo a cabeça na parede e não quero fazer nada.
Observar você errar de novo, e querer te ajudar.
Estou confusa, estou perdida.
Quero ajudar, mas quero que você aprenda.
Quero te dizer que gosto de você, mas você me decepcionou muito.
Quero fazer alguma coisa, e não quero.
O que faço?
O que não faço?
Somos assim, paradoxos resolvíveis em nós.
Vejo você batendo a cabeça na parede e não quero fazer nada.
Observar você errar de novo, e querer te ajudar.
Estou confusa, estou perdida.
Quero ajudar, mas quero que você aprenda.
Quero te dizer que gosto de você, mas você me decepcionou muito.
Quero fazer alguma coisa, e não quero.
O que faço?
O que não faço?
Somos assim, paradoxos resolvíveis em nós.
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