Falando do meu cotidiano, estou em busca de um novo pedaço de concreto pra morar [de novo]. Hoje vou ver uma kitnet, a primeira desta nova temporada de "um novo lar pra mim". É que vamos entregar a casa onde estamos agora até janeiro de 2013, se o mundo não acabar. Se acabar o trabalho não será necessário, mas como o fatalismo não é bem aceito pela minha mente, estamos nos preparando pra 2013. Da outra vez que tentamos fazer isso foi um fiasco, íamos montar uma república, e depois de 2 meses procurando, praticamente sozinha, o apartamento pra 5, todas deram pra traz e eu fiquei irada, além de muito cansada. Desta vez acho que não será trabalho em vão porque não dependo de "meninas", é a família que está na situação. Assim sendo, espero não me aborrecer como da outra vez, afinal se tem uma coisa cara nesta cidade é um pedaço de laje no meio de outras tantas lajes. Apartamento era o maior produto que o Brasil daria, e nem os donos de cafezais e nem os mineiros imaginariam esta decadência!
Só pra constar nos autos: Odeio procurar kit/apê!
Objeto cilíndrico, em cujo fundo há fragmentos móveis de vidro colorido, os quais, ao refletirem-se sobre um jogo de espelhos dispostos longitudinalmente, produzem um sem-número de combinações de imagens.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Quando setembro me trouxer
Quando setembro me trouxer um ano inteiro,
quero deitar no teu colo,
quero te embalar em meus braços,
te ouvir dizer aquilo tudo de novo,
só com um olhar singelo, um sorriso.
Seu sorriso de sempre que nunca me esqueço.
Quando setembro vier, falo pra ele te dar uma carona, que a pé cansa,
e de carro paga estacionamento.
Quando setembro brotar, só quero saber qual é a hora de não saber mais do sol, nem do relógio.
Vamos dormir tarde, sem precisar acordar...sem precisar de nada além de nós.
Setembro me traz dias pra viver e um ano pra recordar outra vez.
quero deitar no teu colo,
quero te embalar em meus braços,
te ouvir dizer aquilo tudo de novo,
só com um olhar singelo, um sorriso.
Seu sorriso de sempre que nunca me esqueço.
Quando setembro vier, falo pra ele te dar uma carona, que a pé cansa,
e de carro paga estacionamento.
Quando setembro brotar, só quero saber qual é a hora de não saber mais do sol, nem do relógio.
Vamos dormir tarde, sem precisar acordar...sem precisar de nada além de nós.
Setembro me traz dias pra viver e um ano pra recordar outra vez.
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