Te vejo a primeira vez,
Iceberg.
Você é gelada,
Iceberg.
Você não se esconde,
Iceberg.
O mundo oculta suas qualidades e bizarrisses,
Iceberg.
Eu quero te descobrir, conquistar,chamar pra tomar um suco,
Iceberg.
Mas, quando te vejo pela primera vez no dia, de novo,
Iceberg.
Eu só consigo ficar parado, como se tivesse congelado, por ti ICEBERG.
Objeto cilíndrico, em cujo fundo há fragmentos móveis de vidro colorido, os quais, ao refletirem-se sobre um jogo de espelhos dispostos longitudinalmente, produzem um sem-número de combinações de imagens.
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terça-feira, 10 de agosto de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Vamos?
Você me olha com olhos grandes,
Infinitos,
Castanhos límpidos como um campo de trigo doirado.
Vamos, eles me dizem.
Quando sorri é um sussurro.
Este castanho envolvente.
Deixa eu cuidar-te, eles cantam.
E quando o sol os cegam...
Um olhar multicolorido antes de uma lágrima fugidia,
Me diz, cuida de mim também.
E quando as palavras te fogem,
Me fogem,
Desaparecem todos do mundo,
Nossos olhos conversam.
Castanha prosa poética.
Infinitos,
Castanhos límpidos como um campo de trigo doirado.
Vamos, eles me dizem.
Quando sorri é um sussurro.
Este castanho envolvente.
Deixa eu cuidar-te, eles cantam.
E quando o sol os cegam...
Um olhar multicolorido antes de uma lágrima fugidia,
Me diz, cuida de mim também.
E quando as palavras te fogem,
Me fogem,
Desaparecem todos do mundo,
Nossos olhos conversam.
Castanha prosa poética.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Possibilidades
Ouvir uma guitarra liberta o corpo,
Um piano a mente.
Tomar uma chuva te despe do orgulho,
Tomar sol te veste de preguiça.
Refrigerante te deixa flácida,
Álcool deixa o chão flácido.
Sonhar te deixa leve,
Fazer,hum, mais ainda!
Maquiagem te deixa linda,
Tua cara de sono, ah! Uma ilusão de luz.
A madrugada fica cheia contigo,
A tarde longa sem teu aroma de fruta.
Deixar-me sem ti, criança, é um mundo de possibilidades,
Menos a que quero.
Um piano a mente.
Tomar uma chuva te despe do orgulho,
Tomar sol te veste de preguiça.
Refrigerante te deixa flácida,
Álcool deixa o chão flácido.
Sonhar te deixa leve,
Fazer,hum, mais ainda!
Maquiagem te deixa linda,
Tua cara de sono, ah! Uma ilusão de luz.
A madrugada fica cheia contigo,
A tarde longa sem teu aroma de fruta.
Deixar-me sem ti, criança, é um mundo de possibilidades,
Menos a que quero.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
No Mêtro a gente "conspira"
"Queria escrever, escrever, escrever, escrever e depois vomitar as últimas palavras, até lavar a minha mente, então, poderia começar tudo de novo."
"Enquanto não conseguir me despir de todos os pensamentos que me fazem mergulhar numa atmosfera que é tudo tão teu...inútil será pra minha existência efêmera e débil lutar pra'squecer-te e viver ignorando-me pensando em ti."
"Às vezes parece-me que todos são espelhos d'água somente.
Se me entristeço, todos parecem aumentar meu penar.
Se amo, parece o mundo estar todo corado e sorridente!
Se entedio-me aborrece-se todo o meu redor.
Se todos são reflexos, explica-se o fato de cada um lembra-me um pedacinho de ti."
"Enquanto não conseguir me despir de todos os pensamentos que me fazem mergulhar numa atmosfera que é tudo tão teu...inútil será pra minha existência efêmera e débil lutar pra'squecer-te e viver ignorando-me pensando em ti."
"Às vezes parece-me que todos são espelhos d'água somente.
Se me entristeço, todos parecem aumentar meu penar.
Se amo, parece o mundo estar todo corado e sorridente!
Se entedio-me aborrece-se todo o meu redor.
Se todos são reflexos, explica-se o fato de cada um lembra-me um pedacinho de ti."
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Poesia alheia
Devaneio - Jorge Vercillo
Mergulhei no mar e não dava pé
Me apaixonei mas não sei por quem
Sonho com alguém
Que você não é
Eu me entreguei demais
Eu imaginei demais e o silêncio fala mais que a traição
Foi um devaneio meu um veraneio seu e um outono inteiro em minhas mãos
Vi um sol nascer pelos olhos seus me deixei levar
Eu nao refleti que era a luz dos meus refletida em ti
Eu me entreguei demais
Eu imaginei demai se o silêncio fala mais que a traição
Foi um devaneio meu um veraneio seu e um outono inteiro em minhas mãos
Mergulhei no mar e não dava pé
Me apaixonei mas não sei por quem
Sonho com alguém
Que você não é
Eu me entreguei demais
Eu imaginei demais e o silêncio fala mais que a traição
Foi um devaneio meu um veraneio seu e um outono inteiro em minhas mãos
Vi um sol nascer pelos olhos seus me deixei levar
Eu nao refleti que era a luz dos meus refletida em ti
Eu me entreguei demais
Eu imaginei demai se o silêncio fala mais que a traição
Foi um devaneio meu um veraneio seu e um outono inteiro em minhas mãos
domingo, 30 de agosto de 2009
Respostas
O que fazer quando não te encontro com os olhos abertos,
Mas só enxergo você ao fechar meus olhos?
Isso tem nome?
Temos nomes?
O nome importa?
Respostas, venham até mim, contigo!
Se as suas palavras me pareceram tiradas do meu próprio íntimo;
E eu acho que já lhe conheço a eras,
Se o se parece perder o sentido e o quando me acompanha,
Quando vou ter o que sonhei ontem?
Mas só enxergo você ao fechar meus olhos?
Isso tem nome?
Temos nomes?
O nome importa?
Respostas, venham até mim, contigo!
Se as suas palavras me pareceram tiradas do meu próprio íntimo;
E eu acho que já lhe conheço a eras,
Se o se parece perder o sentido e o quando me acompanha,
Quando vou ter o que sonhei ontem?
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Borboleta
sábado, 1 de agosto de 2009
Compreensão
Você fala.
Eu falo.
Você entende.
Eu também.
Você não entende.
Eu explico.
Você tinha entendido.
Eu entendo que você já havia entendido.
Fico vermelha,
Você ri.
Eu olho você,
Você olha-me.
Estamos longe.
Mais perto do que nunca.
Eu falo.
Você entende.
Eu também.
Você não entende.
Eu explico.
Você tinha entendido.
Eu entendo que você já havia entendido.
Fico vermelha,
Você ri.
Eu olho você,
Você olha-me.
Estamos longe.
Mais perto do que nunca.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Desclassificações
Não faça classificações.
Não diga o quê deve acompanhar o qual.
Não se organize por completo e sem restrições.
Dê a si mesma um armário vazio.
Permita-se não auto-encaixotar.
Fuja das suas próprias etiquetas de possessão e quantidade.
Não faça classificações!
Não se torne o padrão do socialmente aceitável.
Não se petrifique, concretize ou calquefique.
Faça um pouco de nada hoje.
Deixe o lixo para levar amanhã.
Quem se importa, afinal?
Não deixe que lhe classifiquem,
Você é um universo para ser admirado,
Respeitado,
Reciclado,
Aprimorado,
Nunca estudado!
Não se organize por completo e sem restrições.
Dê a si mesma um armário vazio.
Permita-se não auto-encaixotar.
Fuja das suas próprias etiquetas de possessão e quantidade.
Não faça classificações!
Não se torne o padrão do socialmente aceitável.
Não se petrifique, concretize ou calquefique.
Faça um pouco de nada hoje.
Deixe o lixo para levar amanhã.
Quem se importa, afinal?
Não deixe que lhe classifiquem,
Você é um universo para ser admirado,
Respeitado,
Reciclado,
Aprimorado,
Nunca estudado!
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