Mais uma semana.
Ai meu deus, o sabor da sexta-feira se misturando ao final do ano é realmente agridoce.
Começo a pensar que outro dia está para começar toda vez que acordo com sono e a vontade de dormir mais às vezes me faz esquecer de viver o dia de uma forma consciente.
Hoje eu estava conversando comigo descendo a rua de casa em direção ao metrô e eu me prometi a viver sem me preocupar [tanto] com o futuro.
Ultimamente a iminência do final do meu curso tem me atormentado com "o que vem depois da faculdade?"
Eu sei que não é hora para o depois, que agora é hora para curtir o dia que tenho hoje: hoje, mas falar e escrever é fácil, sendo que destes dois o primeiro é mais fácil ainda. Quem mais me exorta é aquela que me mira no espelho, o objeto que mais fujo e mais me persegue, aquele que não mente nem olha pro chão ou pro lado quando você o encara, ela sempre me olha nos olhos e isso me apavora.
O amanhã me apavora.
O desconhecido me apavora.
O meu problema é ser atraída demais pelo que me provoca medo,
não importa a altura ou a profundidade,
o que mais me faz bem na vida é me sentir viva e que a vida é uma aventura.
Toda esta rotina, este desce e sobe de rua, este deita e pouco dorme, este esquenta e esfria martita,
todo este ciclo incontínuo, se não me matar... vai me catapultar pra bem longe.
E...tenho dito!
Objeto cilíndrico, em cujo fundo há fragmentos móveis de vidro colorido, os quais, ao refletirem-se sobre um jogo de espelhos dispostos longitudinalmente, produzem um sem-número de combinações de imagens.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Tempero
Ele disse: Olhe o velho.
Veja o velho.
Enxerge o velho.
Observe o velho.
Monitore o velho.
Analise o velho.
Estatistique o velho.
Examine o velho.
Compute o velho.
Inclua o velho.
Nada me adiante, se eu não sentir o velho.
E o coração foi posto depois, bem depois do estômago.
Numa terra de famintos as emoções são servidas como aperitivo pré-salada.
As minhas sem sal, por favor!
Veja o velho.
Enxerge o velho.
Observe o velho.
Monitore o velho.
Analise o velho.
Estatistique o velho.
Examine o velho.
Compute o velho.
Inclua o velho.
Nada me adiante, se eu não sentir o velho.
E o coração foi posto depois, bem depois do estômago.
Numa terra de famintos as emoções são servidas como aperitivo pré-salada.
As minhas sem sal, por favor!
Sobre:
classificação,
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domingo, 30 de agosto de 2009
Respostas
O que fazer quando não te encontro com os olhos abertos,
Mas só enxergo você ao fechar meus olhos?
Isso tem nome?
Temos nomes?
O nome importa?
Respostas, venham até mim, contigo!
Se as suas palavras me pareceram tiradas do meu próprio íntimo;
E eu acho que já lhe conheço a eras,
Se o se parece perder o sentido e o quando me acompanha,
Quando vou ter o que sonhei ontem?
Mas só enxergo você ao fechar meus olhos?
Isso tem nome?
Temos nomes?
O nome importa?
Respostas, venham até mim, contigo!
Se as suas palavras me pareceram tiradas do meu próprio íntimo;
E eu acho que já lhe conheço a eras,
Se o se parece perder o sentido e o quando me acompanha,
Quando vou ter o que sonhei ontem?
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