A bagagem pesa.
A cabeça lateja.
A torneira pinga.
A bebedeira é reza.
O amigo esbraveja.
A menina é linda.
A vida recomeça.
Objeto cilíndrico, em cujo fundo há fragmentos móveis de vidro colorido, os quais, ao refletirem-se sobre um jogo de espelhos dispostos longitudinalmente, produzem um sem-número de combinações de imagens.
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quarta-feira, 30 de março de 2011
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Tempero
Ele disse: Olhe o velho.
Veja o velho.
Enxerge o velho.
Observe o velho.
Monitore o velho.
Analise o velho.
Estatistique o velho.
Examine o velho.
Compute o velho.
Inclua o velho.
Nada me adiante, se eu não sentir o velho.
E o coração foi posto depois, bem depois do estômago.
Numa terra de famintos as emoções são servidas como aperitivo pré-salada.
As minhas sem sal, por favor!
Veja o velho.
Enxerge o velho.
Observe o velho.
Monitore o velho.
Analise o velho.
Estatistique o velho.
Examine o velho.
Compute o velho.
Inclua o velho.
Nada me adiante, se eu não sentir o velho.
E o coração foi posto depois, bem depois do estômago.
Numa terra de famintos as emoções são servidas como aperitivo pré-salada.
As minhas sem sal, por favor!
Sobre:
classificação,
confusão,
humano,
resposta,
valores
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Simplesmente assim
Quando olho, não enxergo, imagino, e então o sonho começa.
Quando sinto, não entendo, simplesmente acho, e aí já me perdi de novo.
Quando tenho, acho que não tenho, me convenço que é meu, e me mostra que estou certa quando não penso errado.
Quando estou confusa, escrevo tudo, não leio quase nada, talvez bagunçando aqui é que organizo na cabeça, e então...
Agora faz sentido.
Quando sinto, não entendo, simplesmente acho, e aí já me perdi de novo.
Quando tenho, acho que não tenho, me convenço que é meu, e me mostra que estou certa quando não penso errado.
Quando estou confusa, escrevo tudo, não leio quase nada, talvez bagunçando aqui é que organizo na cabeça, e então...
Agora faz sentido.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Iceberg
Te vejo a primeira vez,
Iceberg.
Você é gelada,
Iceberg.
Você não se esconde,
Iceberg.
O mundo oculta suas qualidades e bizarrisses,
Iceberg.
Eu quero te descobrir, conquistar,chamar pra tomar um suco,
Iceberg.
Mas, quando te vejo pela primera vez no dia, de novo,
Iceberg.
Eu só consigo ficar parado, como se tivesse congelado, por ti ICEBERG.
Iceberg.
Você é gelada,
Iceberg.
Você não se esconde,
Iceberg.
O mundo oculta suas qualidades e bizarrisses,
Iceberg.
Eu quero te descobrir, conquistar,chamar pra tomar um suco,
Iceberg.
Mas, quando te vejo pela primera vez no dia, de novo,
Iceberg.
Eu só consigo ficar parado, como se tivesse congelado, por ti ICEBERG.
domingo, 27 de junho de 2010
calei
e no fim do dia,
e no começo da semana.
e agora, no fim do primeiro dia da semana, mais uma vem.
uma pergunta que não cala,
mas me cala.
e no começo da semana.
e agora, no fim do primeiro dia da semana, mais uma vem.
uma pergunta que não cala,
mas me cala.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Amigo, não!
Ver-te afundando e não fazer nada.
Vejo você batendo a cabeça na parede e não quero fazer nada.
Observar você errar de novo, e querer te ajudar.
Estou confusa, estou perdida.
Quero ajudar, mas quero que você aprenda.
Quero te dizer que gosto de você, mas você me decepcionou muito.
Quero fazer alguma coisa, e não quero.
O que faço?
O que não faço?
Somos assim, paradoxos resolvíveis em nós.
Vejo você batendo a cabeça na parede e não quero fazer nada.
Observar você errar de novo, e querer te ajudar.
Estou confusa, estou perdida.
Quero ajudar, mas quero que você aprenda.
Quero te dizer que gosto de você, mas você me decepcionou muito.
Quero fazer alguma coisa, e não quero.
O que faço?
O que não faço?
Somos assim, paradoxos resolvíveis em nós.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Momento
Ouço música, ela me encanta como tuas palavras,
Parecem todas unidas para me seduzir.
O mundo é mesmo o lar de todos,ou poderia haver uma verdadeira conspiração?
Quero acordar do sonho em outro melhor e mais colorido!
Não me chame quando você estiver perfeitamente onde sempre quis estar.
Não me satisfaço com minhas próprias palavras,
Mas se são as únicas que tenho,
Não deveria eu ser mais gratas a elas por virem a mim sem nada pedir em troca?
Ingratidão é uma má sementinha.
Queria plantar milhões de árvores.
Como pode um peixe morrer afogado em pleno lago natural?
O ser humano é um verme!
Meu pensamento não pára!
Meus batimentos são incessantes.
Minha voz também?
Até quando?
O mundo é mesmo o lar de todos,ou poderia haver uma verdadeira conspiração?
Quero acordar do sonho em outro melhor e mais colorido!
Não me chame quando você estiver perfeitamente onde sempre quis estar.
Não me satisfaço com minhas próprias palavras,
Mas se são as únicas que tenho,
Não deveria eu ser mais gratas a elas por virem a mim sem nada pedir em troca?
Ingratidão é uma má sementinha.
Queria plantar milhões de árvores.
Como pode um peixe morrer afogado em pleno lago natural?
O ser humano é um verme!
Meu pensamento não pára!
Meus batimentos são incessantes.
Minha voz também?
Até quando?
sábado, 25 de julho de 2009
Filofroidiano
Minha cabeça está vazia,
Talvez cheia demais para perceber que há algo aqui dentro.
Ela se transforma,
Alterações insólitas no vasto breu da contínua sinapse.
Ela se altera,
Transformações vadias nessa longa onda mecânica.
Minha cabeça está cheia,
Ou será que esvaziou-se completamente?
Esta confusa turbulência neurológica!
Onde atracou minha quimera ideológica?
Esta turbulenta confusão sub-capilar!
Onde terá ido o meu consciente pensar?
Talvez cheia demais para perceber que há algo aqui dentro.
Ela se transforma,
Alterações insólitas no vasto breu da contínua sinapse.
Ela se altera,
Transformações vadias nessa longa onda mecânica.
Minha cabeça está cheia,
Ou será que esvaziou-se completamente?
Esta confusa turbulência neurológica!
Onde atracou minha quimera ideológica?
Esta turbulenta confusão sub-capilar!
Onde terá ido o meu consciente pensar?
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