Mente vazia, oficina do diabo...
E barriga vazia?!
[aula merda de parasitologia...]
Objeto cilíndrico, em cujo fundo há fragmentos móveis de vidro colorido, os quais, ao refletirem-se sobre um jogo de espelhos dispostos longitudinalmente, produzem um sem-número de combinações de imagens.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
domingo, 30 de setembro de 2012
Devo, não nego...
Depois de algumas horas dedicadas ao que "se tem" pra fazer, é batata, você se sente mais leve. Enrolei bastante, mas uma hora a coisa fica mais feia e o buraco é mais embaixo!
Espero não virar topera!
Espero não virar topera!
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Relativa II
Falando do meu cotidiano, estou em busca de um novo pedaço de concreto pra morar [de novo]. Hoje vou ver uma kitnet, a primeira desta nova temporada de "um novo lar pra mim". É que vamos entregar a casa onde estamos agora até janeiro de 2013, se o mundo não acabar. Se acabar o trabalho não será necessário, mas como o fatalismo não é bem aceito pela minha mente, estamos nos preparando pra 2013. Da outra vez que tentamos fazer isso foi um fiasco, íamos montar uma república, e depois de 2 meses procurando, praticamente sozinha, o apartamento pra 5, todas deram pra traz e eu fiquei irada, além de muito cansada. Desta vez acho que não será trabalho em vão porque não dependo de "meninas", é a família que está na situação. Assim sendo, espero não me aborrecer como da outra vez, afinal se tem uma coisa cara nesta cidade é um pedaço de laje no meio de outras tantas lajes. Apartamento era o maior produto que o Brasil daria, e nem os donos de cafezais e nem os mineiros imaginariam esta decadência!
Só pra constar nos autos: Odeio procurar kit/apê!
Só pra constar nos autos: Odeio procurar kit/apê!
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Relativa
Estou estudando em duas vertentes: -faculdade
-concurso público
Hey, eu sei, eu sei, é difícil de passar, um monte de vaga já é marcada, a chance é mínima, eu não consigo fazer as duas coisas direito, vou acabar me frustrando.
Blá, blá,blá...
Foda-se!
Tô inscrita, tô estudando e vou fazer a prova.
Algumas pessoas me disseram pra ir em frente, claro, tudo que a gente faz, pode ser ensaiar para ser vereador em São Paulo pelo PGAY, alguém sempre vai te dar apoio.
Não quero aqui dizer que não preciso de apoio, e que estou escrevendo tudo isso pra me auto-afirmar como suficiente. (hahahahahaha - risadas da minha irônica auto-estima).
Não, só estou escrevendo aqui porque me deu saudades, e como não estou com um espírito, digamos assim, poético, vou fazer algumas postagens "relativas", um relatórios desses meus dias mesmo, que é pra lembrar um pouco depois e rir de mim mesma. Já fiz muito isso quando menina. Por que não agora que sou quase gente?
Mas vou falar, tem dia que a coisa aperta e desistir é uma questão de quase-sobrevivência-racional. Quem pelo santo nome da mãezinha estuda pra tudo ao mesmo tempo? E não dorme não? E não tem noção não, é?!
-concurso público
Hey, eu sei, eu sei, é difícil de passar, um monte de vaga já é marcada, a chance é mínima, eu não consigo fazer as duas coisas direito, vou acabar me frustrando.
Blá, blá,blá...
Foda-se!
Tô inscrita, tô estudando e vou fazer a prova.
Algumas pessoas me disseram pra ir em frente, claro, tudo que a gente faz, pode ser ensaiar para ser vereador em São Paulo pelo PGAY, alguém sempre vai te dar apoio.
Não quero aqui dizer que não preciso de apoio, e que estou escrevendo tudo isso pra me auto-afirmar como suficiente. (hahahahahaha - risadas da minha irônica auto-estima).
Não, só estou escrevendo aqui porque me deu saudades, e como não estou com um espírito, digamos assim, poético, vou fazer algumas postagens "relativas", um relatórios desses meus dias mesmo, que é pra lembrar um pouco depois e rir de mim mesma. Já fiz muito isso quando menina. Por que não agora que sou quase gente?
Mas vou falar, tem dia que a coisa aperta e desistir é uma questão de quase-sobrevivência-racional. Quem pelo santo nome da mãezinha estuda pra tudo ao mesmo tempo? E não dorme não? E não tem noção não, é?!
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Um novo dia em homengem a hoje
Passar um tempo longe não é de todo ruim. Não que eu seja a mestre de ver o copo meio cheio, mas não é uma má ideia olhar as coisas com bons olhos às vezes. Hoje eu tô com vontade de saudade. Com aquela vontade de brincar de esconde-esconde só pra levar um susto quando alguém me encontrar dentro do armário. Tô muito afim de sair com uma mochila nas costas e aparecer somente em sentimentos escritos a letras falhadas de pressa e ansiedade.
Anseio hoje ao movimento de pés e pernas. A barulho de corrida, de ronco de turbina de avião, de guitarra chorando e cuica sorrindo.
Hoje que tenho impaciencia com amanhã e depois, ouço música para desniquelar os nervos e dar mais astúcia às sinápses.
Hoje eu não faço ideia se vou sobreviver, mas se pelo menos consigo ver o lado bom, a vontade de saudade se transformar em desespero e depois em lágrimas de reencontro.
Então, penso que já é um ótimo recomeço de cada dia.
Anseio hoje ao movimento de pés e pernas. A barulho de corrida, de ronco de turbina de avião, de guitarra chorando e cuica sorrindo.
Hoje que tenho impaciencia com amanhã e depois, ouço música para desniquelar os nervos e dar mais astúcia às sinápses.
Hoje eu não faço ideia se vou sobreviver, mas se pelo menos consigo ver o lado bom, a vontade de saudade se transformar em desespero e depois em lágrimas de reencontro.
Então, penso que já é um ótimo recomeço de cada dia.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
A minha experiência de férias
Extrai um siso.
É eu sei, parece uma coisa tão comum, afinal, todo mundo já arrancou um dente.
Não me interessa as experiências alheias, o que sei é da minha, e neste ponto eu confesso: Preferia ter ficado sem!
^^
Primeiro a expectativa de esperar na sala de "espera". Não tinha uma lugar pior no mundo pra estar, ou melhor, tinha: a cadeira do dentista. E é bem pra lá que logo após eu me dirijo. Ôh vida!
Sento, conversinha pra tentar me distrair, a dentista, o especialista em extração, eu e Deus.
Nós quatro juntos pela necessidade numa manhã de quarta-feira fria. Depois de muita anestesia, jeitinho e força do especialista, e de medo meu e atenção da dentista. Alguns minutos que pareceram meses, e um dente a menos na boca. Um dia de suco. Um dia de papa. Pouco sono, muito incômodo. Um dia de sol e passeio a preço de três com dor de cabeça e desânimo.
Recuperei-me e digo: tirar dente é coisa séria, não subestime o pós-operatório!
>Agora tenho o do lado direito pra tirar, e de novo, me falta coragem! Ai ai ai.
É eu sei, parece uma coisa tão comum, afinal, todo mundo já arrancou um dente.
Não me interessa as experiências alheias, o que sei é da minha, e neste ponto eu confesso: Preferia ter ficado sem!
^^
Primeiro a expectativa de esperar na sala de "espera". Não tinha uma lugar pior no mundo pra estar, ou melhor, tinha: a cadeira do dentista. E é bem pra lá que logo após eu me dirijo. Ôh vida!
Sento, conversinha pra tentar me distrair, a dentista, o especialista em extração, eu e Deus.
Nós quatro juntos pela necessidade numa manhã de quarta-feira fria. Depois de muita anestesia, jeitinho e força do especialista, e de medo meu e atenção da dentista. Alguns minutos que pareceram meses, e um dente a menos na boca. Um dia de suco. Um dia de papa. Pouco sono, muito incômodo. Um dia de sol e passeio a preço de três com dor de cabeça e desânimo.
Recuperei-me e digo: tirar dente é coisa séria, não subestime o pós-operatório!
>Agora tenho o do lado direito pra tirar, e de novo, me falta coragem! Ai ai ai.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Íntimo - terceiro dia
Uma conversa.
Franca, sincera, honesta, e todos mais os adjetivos repetidos que nos remetem só à VERDADE!
Umas palavras que a gente deve uma hora dessas, de preferencia agora, tirar das ENTRE LINHAS.
Nós não podemos ficar neste muro, achando que as coisas se arrumam por si só, este tipo de pensamento já nos trouxe tanto arrependimento e tanta ferida aberta e reaberta, e parece que a gente nunca ia aprender, porém um passo, uma palavra, e pronto, todo o resto a gente já conhece o roteiro. Eu sei o que você quer, o que precisa, você sabe do que eu preciso também, por que ficamos nos machucando? Por que tanta angustia?
Bem-vindo perdão.
Um recomeço sem nome, mas com uma melodia conhecida e alegre!
Franca, sincera, honesta, e todos mais os adjetivos repetidos que nos remetem só à VERDADE!
Umas palavras que a gente deve uma hora dessas, de preferencia agora, tirar das ENTRE LINHAS.
Nós não podemos ficar neste muro, achando que as coisas se arrumam por si só, este tipo de pensamento já nos trouxe tanto arrependimento e tanta ferida aberta e reaberta, e parece que a gente nunca ia aprender, porém um passo, uma palavra, e pronto, todo o resto a gente já conhece o roteiro. Eu sei o que você quer, o que precisa, você sabe do que eu preciso também, por que ficamos nos machucando? Por que tanta angustia?
Bem-vindo perdão.
Um recomeço sem nome, mas com uma melodia conhecida e alegre!
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Íntimo - segundo dia
Uma presença incessante e insistente!
A ausência.
A saudade. Talvez devesse munir-te de poesia e cultivar orquídeas.
Talvez uma outra cidade, um outro dia.
Hoje tu queres afogar-te nas lembranças, uma embriagues contida e santa.
Apenas tudo aquilo que ainda está aqui. Só dentro de ti.
Todos se vão um dia.
Todos se foram ontem mesmo.
Difícil é ser o mensageiro que fica para contar as más-novas aos desavisados.
E cada nova gota de vinho, cada nova palavra proferida vezes repetidas, é mais
uma lembrança que queres desesperadamente tirar do teu peito.
Do teu travesseiro molhado.
Deste tapete imundo em que tens habitado a noite, remoendo, revivendo, retorcendo-te.
Revira-te novamente ao avesso, e com as vísceras à mostra, arfe melhor o ar aos pulmões.
Respire, vista-te. Mais um dia de trabalho espera-te lá fora, em duas horas deves tornar-te de novo aquela uma que um dia chamas-te de "eu". Hoje mal conheces.
No fundo do teu quarto, no fundo da tua intimidade. Um túmulo aberto e do avesso.
A ausência.
A saudade. Talvez devesse munir-te de poesia e cultivar orquídeas.
Talvez uma outra cidade, um outro dia.
Hoje tu queres afogar-te nas lembranças, uma embriagues contida e santa.
Apenas tudo aquilo que ainda está aqui. Só dentro de ti.
Todos se vão um dia.
Todos se foram ontem mesmo.
Difícil é ser o mensageiro que fica para contar as más-novas aos desavisados.
E cada nova gota de vinho, cada nova palavra proferida vezes repetidas, é mais
uma lembrança que queres desesperadamente tirar do teu peito.
Do teu travesseiro molhado.
Deste tapete imundo em que tens habitado a noite, remoendo, revivendo, retorcendo-te.
Revira-te novamente ao avesso, e com as vísceras à mostra, arfe melhor o ar aos pulmões.
Respire, vista-te. Mais um dia de trabalho espera-te lá fora, em duas horas deves tornar-te de novo aquela uma que um dia chamas-te de "eu". Hoje mal conheces.
No fundo do teu quarto, no fundo da tua intimidade. Um túmulo aberto e do avesso.
sábado, 23 de junho de 2012
Íntimo - Primeiro dia
Daí um dia qualquer, com cheiro de tapioca com coco, você acorda e após o café, regado sem açúcar - que é pra combinar com o seu humor mais ou menos, se dá conta de como algo está faltando.
Vai até a varanda, repara nas plantas, não é falta de água porque choveu ontem, nem adubo ou sol. É talvez seja sol, que tá fraco, mas pelo menos tem uma claridadezinha.
Vai até a lavanderia, tira a roupa do varal, põe os lençóis na máquina, passa pela sala, tira os jornais do chão. No banheiro limpa a pia suja de pasta de dente e toma um banho. Ao passar pelo corredor tira o tênis que está no caminho e vai pro quarto se trocar. Perfuma-se, veste-se, e ao olhar-se no espelho imagina como estará daqui uns anos, mais velha, mais madura...não, pensa: "Mais radiante".
Enfim, pega a bolsa e sai para a vida de uma professora-pesquisadora ocupada.
Pro que o que se faz em casa ninguém fica sabendo.
Casa, o túmulo de todas as intimidades.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
tudo com nada
Fiz este blog como um "projeto secundário". Era como o meu primeiro blog - e principal, fosse o meu diário e este aqui fosse uma sessão a parte, direcionada a poemas. Não sei se deu certo, ou não, só sei que não quero mais pensar assim. Não deveria eu, primeiramente, ter colocado a poesia em segundo plano, FALHA MINHA!
Hoje eu teria feito diferente, não só isso, mas muitas outras coisas, mas o tempo não volta, e eu não pretendo apagar este blog e fazer, outro, a ideia é refazê-lo, a base de rima ou não. A base de prosa ou poesia. A base de coisas alegres ou tristes.
Como o Hesse disse na essência de seu livro "O lobo da estepe", um homem não são dois, e sim milhares, milhões de seres.
Assim, seria eu uma boba em querer me dividir e classificar em duas. Dois blogs.
Não, não farei isso.
Não tenho gavetas suficientes para me guardar, me organizar.
Não tenho tempo sobrando pra perder tempo tentando me entender, me minimizar, me repreender.
Sou mais que isso.
Sou só humana, normal e generalizadamente anônima.
Gosto disso. Mas posso ser mais.
Muitas.
Hoje eu teria feito diferente, não só isso, mas muitas outras coisas, mas o tempo não volta, e eu não pretendo apagar este blog e fazer, outro, a ideia é refazê-lo, a base de rima ou não. A base de prosa ou poesia. A base de coisas alegres ou tristes.
Como o Hesse disse na essência de seu livro "O lobo da estepe", um homem não são dois, e sim milhares, milhões de seres.
Assim, seria eu uma boba em querer me dividir e classificar em duas. Dois blogs.
Não, não farei isso.
Não tenho gavetas suficientes para me guardar, me organizar.
Não tenho tempo sobrando pra perder tempo tentando me entender, me minimizar, me repreender.
Sou mais que isso.
Sou só humana, normal e generalizadamente anônima.
Gosto disso. Mas posso ser mais.
Muitas.
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